Hospedagem

O custo com a hospedagem é uma das partes mais sensíveis no bolso de um viajante, se não for a mais. Já fiquei em Hotéis ma-ra-vi-lho-sos, como o Bellagio em Las Vegas, assim como hostels meio decadentes, no interior da Escócia. Obviamente, todo mundo gostaria de ficar no melhor lugar e com o máximo de conforto. Mas, pra quem quer economizar sem perder qualidade, eu digo que é possível.

Quando começo minha pesquisa sobre hospedagem, penso o seguinte: conforto e limpeza, localização e preço justo. A ostentação deixei de lado, pois realmente não é o meu foco. Prefiro ser uma constante viajante do que viajar a cada dois anos por conta das despesas altíssimas. Então para mim pode ser um bed & breakfast, hostel, apartamento, hotel…vai depender mesmo é da oferta da região naquele período.

Os 3 sites que eu não abro mão de pesquisar primeiramente: Airbnb, Booking.com e Hihostels.

Eu tenho um carinho especial pelo Airbnb. Tive experiências incríveis em alugar um apartamento inteiro em Buenos Aires e Mendoza, em setembro de 2014. A terceira reserva foi somente um quarto, em Lima, em maio de 2015, e foi muito bacana, inclusive porque o anfitrião foi o meu guia por um dia. E a quarta foi também somente o quarto em Ushuaia, em 2016. Em 2017, aluguei um quarto em Toronto e depois o apartamento todo em Caraguatatuba, SP. Nesse ano de 2018, a experiência foi também a reserva de um quarto em Roma.

A primeira vez que fiz a reserva me deu bastante medo, normal quando a gente fala em sair da zona de conforto. Mas, recomendo muito! A política do aplicativo é bem segura e existem regras, para ambos os lados. Sugestão: buscar sempre ler as recomendações de quem já se hospedou e de preferência ficar em lugares com muitas avaliações. Claro que esses serão os mais requisitados e as ofertas geralmente com valores maiores, mas eu que sou mulher e geralmente viajo sozinha, me preocupo muito com a questão da segurança. Então se for para alugar somente o quarto, a prioridade é uma casa com família.

Quem planeja minimiza as chances de sair algo errado! Tire suas dúvidas com o anfitrião; o aplicativo faz essa ponte e o contato por mensagem é a vantagem. Depois da reserva feita: o acesso ao telefone e a localização precisa do local fica disponível. Não tenha preguiça de ler os comentários e de investigar.

Prós – informalidade/ viver a vida como um local / economia na hospedagem / possibilidade de conhecer e trocar experiências com os anfitriões (isso se você alugar o quarto).

Contras – Não terá aquele café da manhã do hotel e nem serviço de quarto. Muito menos alguém carregando a sua mala.

Mas, se o Airbnb for um passo muito grande a ser dado, indico a consulta ao booking.com ou ao Trivago. Mais do que simplesmente entrar no site do hotel e torcer para que aquelas fotos disponibilizadas sejam mesmo do lugar, é a pontuação, pelos critérios de quem se hospedou, que vai definir como é o serviço. Volto a repetir, é preciso paciência para ler os comentários. Gosto muito do Booking.com, mas faço comparações com o Trivago. Já encontrei diferenças de preços.

Hostels também estão disponíveis no booking.com e eu acho uma ótima opção. Há alguns anos isso me livraria de algumas roubadas que passei na Europa. Eu gosto muito do Hihostels. Não sou membro, mas sempre falo que vou me filiar, e fico adiando isso. Eu acabo sempre me hospedando em algum lugar com eles pelo padrão que costumam seguir no mundo todo. E a localização deles sempre é a melhor!

Prós – economia de hospedagem / conhecer pessoas do mundo todo / uma boa opção para ficar quando se viaja sozinho / geralmente estão em ótima localização

Contras – compartilhamento de quarto / Barulho

Obs. Não incluí campings nessa lista porque, por mais incrível que pareça, eu nunca fiz reserva de camping.

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